Até a próxima!
Área Restrita
quarta-feira, 13 de março de 2013
Grandes Civilizações
sexta-feira, 8 de março de 2013
A evolução do homem no quaternário
Existem numerosas hipóteses cientificas em relação ao aparecimento humano. Essas teorias, muitas vezes, entram em contradição umas com as outras pela ausência de dados precisos que venham a reduzir esta problemática.As pesquisas de Antropologia biológica (área da antropologia que se dedica a estudar a estrutura humana passada), muito nos podem esclarecer e auxiliar na compreensão destes fatos.
A figura 1 apresenta algumas das características humanas percebidas nos estudos antropológicos e arqueológicos. Estas características, acompanhadas de datações radiocarbônicas, podem nos fornecer o momento aproximado em que se deu a passagem de um estágio humano para outro, relacionando esta evolução com as condições do ambiente, analisadas em nossa discussão anterior.
Tal associação permitirá abrir novas perspectivas sobre até que ponto o meio ambiente contribuiu para que houvesse mudanças nos grupos humanos, já que o homem teria que se adaptar ao meio em que estava inserido, causando modificações corporais que se foram moldando ao longo dos milhares de anos. Daí foram surgindo mudanças na estrutura genética do homem até atingir uma espécie nova e capaz de se adaptar à dinâmica do ambiente atual.
Relacionar estas hipóteses em meio às fortes mudanças ambientais existentes no Quaternário é uma tarefa bastante complexa e, ao mesmo tempo, muito instigante!.
Na medida em que houve estágios evolutivos da humanidade, puderam se constituir alguns grupos, dentro dos períodos pré-históricos, cuja capacidade de adaptação ao meio ambiente, resultaram em atividades que lhes garantiram a permanência e a ocupação dos espaços durante fases e períodos significativos.
Sendo assim, formaram-se, nos períodos pré-históricos, em decorrência das necessidades cotidianas e biológicas, algumas categorias de grupos, subdivididas em dois estágios: o arcaico e o formativo.
Os grupos classificados como Pescadores-caçadores-coletores estão, na escala evolutiva humana, inseridos no estágio arcaico, enquanto os grupos de horticultores/agricultores estão associados ao estágio formativo.
“O conceito de arcaico se refere a uma cultura de progressiva adaptação ao clima pós-glacial, mais quente, mais úmido, que vai se aproximando do nosso ambiente atual. A cultura desse período se diversificaria com o homem buscando novos recursos alimentares nas savanas, nas estepes, na beira do mar e dos lagos; a caça não seria mais especializada em megafauna, mas geral e diversificada; a coleta animal e vegetal aumentaria e a experimentação e o conhecimento acumulado levariam à domesticação de plantas e de animais que, no formativo, já se transformaria em sustento confiável, mesmo se ainda complementar” (Schmitz, 1999).
As evidências arqueológicas, recuperadas dos vestígios do homem primitivo, permitiram constituir as seguintes informações quanto aos estágios humanos: os grupos de pescadores-caçadores-coletores (PCC) eram formados por populações pré-históricas cuja subsistência esteve fortemente vinculada aos recursos captados no ambiente. Dentre as suas principais atividades estaria a produção das ferramentas de pedra lascada.
A maior parte da bibliografia disponível classifica estes grupos (PCC) como nômades, mas os estudos recentes colocam em dúvida esta assertiva, uma vez que o tempo de permanência destes povos, em alguns sítios arqueológicos, resultaram em ocupações mais prolongadas do que se supõe, complementando que, nesses mesmos sítios, evidências de vestígios cerâmicos, atribuídas até então aos agricultores, encontram-se presentes. Posteriormente discutiremos, detalhadamente, essas questões.
Quanto às populações de horticultores/agricultores, a sua principal característica se constitui como grupos sedentários que têm como evidência arqueológica a confecção de cerâmicas, artefatos líticos, a domesticação de animais, o processamento de vegetais e organizados socialmente em aldeias pré-históricas.
Vamos analisar, a seguir, os quadros comparativos dos estágios humanos, observando a adaptação e o desenvolvimento das suas espécies no tempo e no espaço:
Figura 1 – Esquema da sequência evolutiva do homem durante a pré-história
(Silvestre; Oliveira, 1998)
Diversos aspectos, apoiados nas características anatômicas dos restos humanos recuperados dos sítios arqueológicos, permitiram que os arqueólogos e os antropólogos físicos dividissem as fases humanas em quatro estágios, sendo eles:
1º) Pré-humano;
2º) Humano primitivo;
3º) Humano tardio;
4º) Humano moderno.
A associação do esquema classificatório humano acima (figura 1), com as características descritas na figura 2, permitem-nos embarcar numa viagem pelo túnel do tempo até a Pré-história!. Seguindo a escala temporal da evolução humana, estabelecida a partir das descobertas arqueológicas mais significativas, entre as décadas de 70 e 90, podemos sistematizar as seguintes informações:
a) Aproximadamente aos 4,2 milhões de anos, datado na escala do tempo como fase pré-humana, encontram-se registros dos primeiros hominídios da espécie Australopithecus na África.
b) Evidências datadas em 3,7 milhões de anos indicam o esqueleto Australopithecus afarensis conhecido como Lucy, encontrada em Hadar, na Etiópia.
c) Registros humanos datados entre 2 e 2,5 milhões de anos, encontrados na Tanzânia em jazidas do Olduvai, apresentam dados de um estágio humano primitivo (recebendo terminologia Homo por lembrarem características anatômicas mais modernas). Neste limite do tempo, encontra-se a espécie Homo habilis.
d) Entre 1,2 e 1,5 milhões de anos, a partir de dados arqueológicos advindos do Oriente Próximo e do Norte da África, situam-se as primeiras evidências da espécie Homo erectus, classificada como estágio humano tardio.
e) Ainda no período pleistocênico, entre 100.000 e 12.000 anos AP, na África Oriental e Meridional, estão as primeiras evidências do estágio humano moderno, cuja espécie é conhecida como Homo sapiens sapiens.
1º) Pré-humano;
2º) Humano primitivo;
3º) Humano tardio;
4º) Humano moderno.
A associação do esquema classificatório humano acima (figura 1), com as características descritas na figura 2, permitem-nos embarcar numa viagem pelo túnel do tempo até a Pré-história!. Seguindo a escala temporal da evolução humana, estabelecida a partir das descobertas arqueológicas mais significativas, entre as décadas de 70 e 90, podemos sistematizar as seguintes informações:
a) Aproximadamente aos 4,2 milhões de anos, datado na escala do tempo como fase pré-humana, encontram-se registros dos primeiros hominídios da espécie Australopithecus na África.
b) Evidências datadas em 3,7 milhões de anos indicam o esqueleto Australopithecus afarensis conhecido como Lucy, encontrada em Hadar, na Etiópia.
c) Registros humanos datados entre 2 e 2,5 milhões de anos, encontrados na Tanzânia em jazidas do Olduvai, apresentam dados de um estágio humano primitivo (recebendo terminologia Homo por lembrarem características anatômicas mais modernas). Neste limite do tempo, encontra-se a espécie Homo habilis.
d) Entre 1,2 e 1,5 milhões de anos, a partir de dados arqueológicos advindos do Oriente Próximo e do Norte da África, situam-se as primeiras evidências da espécie Homo erectus, classificada como estágio humano tardio.
e) Ainda no período pleistocênico, entre 100.000 e 12.000 anos AP, na África Oriental e Meridional, estão as primeiras evidências do estágio humano moderno, cuja espécie é conhecida como Homo sapiens sapiens.
Grupos Taxonomicos
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Área Geográfica de Ocupação
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Capacidade Craniana
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Dentição
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Estágio do Bipedalismo
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Australopithecus anamensis
|
África (parte leste)
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Muito pequena
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?
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Inicial
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Australopithecus afarensis (Lucy)
|
África (parte leste)
|
420cm3
|
?
|
Bípede/arbórea
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Australopithecus aethiopicus
|
África (parte leste)
|
?
|
Molar / caninos e incisivos pequenos
|
?
|
Australopithecus boisei
|
África (parte leste)
|
510-530 cm3
|
Caninos pequenos em relação aoAustralopithecus aethiopicus
|
Bípede
|
Australopithecus robustus
|
África (parte sul)
|
500-530 cm3
|
Molares e pré-molares grandes (menores que os dois anteriores)
|
Bípede
|
Australopithecus africanus
|
África (parte sul)
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430-520 cm3
|
Possuía incisivos maiores e área molar menor que os da linhagem robusta:
(A. aethiopicus, A. boisei e A. robustus).
|
Bípede Primitivo
|
Homo habilis
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África (parte leste)
|
750 cm3
|
Molar menor do que a linhagen robusta dos australopitecinos
|
Bípede Avançado
|
Homo rudolphensis
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Surgido na África e migrado para a Ásia
|
Maior do queH. habilis (?)
|
Dentição robusta (área molar maior do que os incisivos)
|
?
|
Homo erectus
|
Surgiu na Ásia e migrou para a África
|
1000 cm3
|
Dentição posterior menor do que australopitecinos
|
Bípede
|
Homo ergaster
|
África
|
1067 cm3
|
?
|
?
|
Homo heidelbergensisou
Homo sapiens arcaico
|
África, Ásia e Europa
|
África – 1200 cm3
Ásia – 1120 cm3
|
Europa: mandíbula robusta e dentes grandes
|
?
|
Homo neanderthalensis
|
Europa e no Oriente Médio e no Usbequistão (Ásia)
|
1520 cm3
|
Os dentes da mandíbula iam para frente para encaixar no maxilar superior e os incisivos eram largos, com raiz larga
|
Bípede
|
Homo sapiens sapiens
|
Surgimento: África? Ásia?
|
1400 cm3
|
Arcada superciliar
|
Bipedalismo Excelente
|
Figura 2 – Quadro do Desenvolvimento Humano no Quaternário
(CANTO, 1995)
(CANTO, 1995)
Como se pode observar no conjunto de análises, reflexões, construções hipotéticas, críticas, negações, comprovações e propostas sobre a origem, a antiguidade, a dispersão e a ocupação do homem na África, Ásia, América do Norte e América do Sul, os dados ainda são muito genéricos para sem incorporadas interpretações arqueológicas precisas.
Mas a teoria aceita universalmente, mesmo considerando que muitas das descobertas ocorreram de modo casual, é que a entrada do homem no continente americano teria se realizado através do Estreito de Bering, área situada entre a Sibéria e o Alasca, por volta dos 12.000 anos AP (antes do presente).
Apesar das análises antropológicas e arqueológicas sistemáticas e das datações realizadas nas frações ósseas, crânios e dentes pré-históricos recuperados das escavações, pelos arqueólogos, representarem dados relevantes sobre a origem e a dispersão dos grupos humanos passados, muito ainda se discute sobre a época em que estes grupos teriam ocupado a América do Norte e a América do Sul.
Mas a teoria aceita universalmente, mesmo considerando que muitas das descobertas ocorreram de modo casual, é que a entrada do homem no continente americano teria se realizado através do Estreito de Bering, área situada entre a Sibéria e o Alasca, por volta dos 12.000 anos AP (antes do presente).
Apesar das análises antropológicas e arqueológicas sistemáticas e das datações realizadas nas frações ósseas, crânios e dentes pré-históricos recuperados das escavações, pelos arqueólogos, representarem dados relevantes sobre a origem e a dispersão dos grupos humanos passados, muito ainda se discute sobre a época em que estes grupos teriam ocupado a América do Norte e a América do Sul.
Clique para ampliar. Pintura rupestre da Caverna de Chauvet, França.
FONTE: http://www.brasilescola.com/geografia/desvendando-arqueologia-parte-V.htm
Entendendo as instabilidade climática, as glaciações e o nível do mar ao longo da história da terra
O HOMEM PRÉ-HISTÓRICO E O MEIO AMBIENTE
A arqueologia, que tem por condição maior elucidar a origem e o modo de vida das primeiras formações sociais – reconstituídas a partir dos vestígios dos nossos antepassados -, utiliza-se das ciências ambientais para delinear aspectos referentes a essa origem e ao processo evolutivo humano.
Levando em consideração que o homem não nasceu dotado de meios concretos que assegurassem a sua alimentação, subsistência ou quaisquer outras características que pudessem equacionar essas necessidades, ele desenvolveu uma capacidade criativa, certamente com erros e acertos, a partir da disponibilidade dos recursos envolventes ao local escolhido para a sua moradia.
Por isso concordamos com a teoria de que a escolha dos locais de moradia, durante a pré-história, se deu a partir de uma escala cultural.
A destreza em produzir vestuários, habitações, material lítico (machados, pontas de flechas, etc.), a cerâmica e outros objetos utilitários, pode ser entendido como um êxito humano na luta pela sua sobrevivência.
O desenvolvimento das técnicas e o aprimoramento dos instrumentos e artefatos para facilitar as condições humanas ou mesmo a adaptação biológica ao meio ambiente escolhido para moradia, não teriam sido possíveis se não tivesse ocorrido uma tradição sociocultural. A paisagem (cenário), por sua vez, tornava-se gradativamente mais cultural.
Para melhor entender como o homem conseguiu desenvolver aspectos necessários à sua sobrevivência, é importante colocar como se apresentavam as condições ambientais que possibilitaram essas atividades na pré-história.
As datações arqueológicas indicam que a existência humana e o domínio do homem ao meio ambiente se deram a partir do período Quaternário. Por volta dos 2 milhões de anos surgiram os primeiros grupos humanos. Como a referência cronológica associa-se ao período das glaciações quaternárias, apresentaremos uma panorâmica deste período, procurando associar as ocupações humanas às condições ambientais vigentes.
O QUATERNÁRIO
Denomina-se Quaternário o segundo período da era cenozoica, que abrange duas épocas com dinâmicas ambientais distintas. As duas épocas que constituem esse período são: Pleistoceno, entre 2 milhões de anos e 10.000 anos antes do presente (AP), e Holoceno, entre 10.000 anos AP e os nossos dias.
Sendo assim, é importante analisar as causas que provocaram alguns dos fatores responsáveis por muitas das modificações e instabilidade climáticas que caracterizam o Quaternário, a partir de uma breve discussão sobre esse período.
Figura 1 – O Quaternário na Escala Geológica do Tempo
Durante o Pleistoceno, as glaciações dominaram o clima e deixaram depósitos trazidos pelo gelo nos locais da sua ocorrência, permitindo que os pesquisadores identificassem a existência de quatro grandes estágios principais de glaciação, sendo: Günz (primeiro), Mindel (segundo), Riss (terceiro) e Würm (quarto). E dois menos expressivos conhecidos, como Donau e Biber.
Durante o Pleistoceno, as glaciações dominaram o clima e deixaram depósitos trazidos pelo gelo nos locais da sua ocorrência, permitindo que os pesquisadores identificassem a existência de quatro grandes estágios principais de glaciação, sendo: Günz (primeiro), Mindel (segundo), Riss (terceiro) e Würm (quarto). E dois menos expressivos conhecidos, como Donau e Biber.
É importante considerar que cada um desses estágios glaciais foi separado por um período interglacial, ou seja, por um intervalo de tempo mais quente entre duas fases glaciais.
Se considerássemos, por exemplo, a última glaciação ocorrida durante a transição do Pleistoceno para o Holoceno (glaciação Würm), poderíamos dizer que estamos atravessando, agora, um período interglacial.
As causas principais dessas glaciações podem estar associadas a fatores astronômicos, uma vez que se conhece, na história geológica da Terra, outros grandes períodos glaciais anteriores ao Quaternário.
A atividade de manchas solares, produzindo um aumento de nevascas e de chuvas, e as variações da potência das radiações solares são algumas das características atribuídas para as modificações climáticas ocorridas durante o Quaternário.
As glaciações quaternárias corresponderam, em áreas tropicais e subtropicais, a condições climatológicas bastante diferenciadas, até gerar os aspectos climáticos atuais.
O final do Pleistoceno, em regiões tropicais, por exemplo, estaria associado ao clima seco acentuado, enquanto o Holoceno estaria associado ao semiárido relacionado com o calor atenuado.
O final do Pleistoceno, em regiões tropicais, por exemplo, estaria associado ao clima seco acentuado, enquanto o Holoceno estaria associado ao semiárido relacionado com o calor atenuado.
Durante as glaciações do Quaternário, quantidade considerável de água foi retida, em áreas litorâneas, sob a forma de gelo, na Europa e na América do Norte, resultando, daí, no abaixamento do nível do mar.
Dentre outros eventos naturais, ocorreram, principalmente, fatores, como plataformas expostas a processos subaéreos de erosão, sedimentação e formação de solos.
Os estudos de Geologia, sobre o Quaternário, levam a crer que durante o Pleistoceno o mar deveria se encontrar numa posição de aproximadamente 100 metros abaixo do atual, já que as camadas de gelo e as geleiras dos polos bloquearam precipitações de chuvas e neve nas áreas de altas latitudes. Assim, estaríamos diante de um período de regressão.
Os estudos de Geologia, sobre o Quaternário, levam a crer que durante o Pleistoceno o mar deveria se encontrar numa posição de aproximadamente 100 metros abaixo do atual, já que as camadas de gelo e as geleiras dos polos bloquearam precipitações de chuvas e neve nas áreas de altas latitudes. Assim, estaríamos diante de um período de regressão.
Chama-se período de regressão, em Geologia, o processo de recuo ou abaixamento do nível do mar, e, período de transgressão, o processo de avanço do mar no continente.
Então, quando a água advinda do degelo, posteriormente ao período de regressão, fluiu para o mar, elevando o seu nível, ocorreu um período de transgressão.
Então, quando a água advinda do degelo, posteriormente ao período de regressão, fluiu para o mar, elevando o seu nível, ocorreu um período de transgressão.
Por essas razões, acontecimentos como a formação de praias elevadas, florestas submersas e vales inundados pela transgressão imediata da fusão dos gelos, fizeram com que os rios passassem a ser vagarosos, o que consequentemente gerou a formação de grandes deltas e amplos pantanais.
Posteriormente, quando o nível do mar desceu outra vez (período de regressão), houve a formação de terraços fluviais no leito dos rios.
O período Quaternário é marcado por fortes mudanças climáticas, com diversos períodos regressivos e transgressivos. A partir dessas considerações, é válido lembrar, também, que durante as fases glaciais do Quaternário, o gelo não formou relevos, apenas deformou os relevos já existentes.
Isso parece ser uma das causas das duas primeiras glaciações (Donau e Biber) apresentarem vestígios duvidosos, sendo comumente desprezadas e até mesmo negadas a sua existência por alguns pesquisadores.
Cada glaciação acentua mais um pouco o relevo. Em áreas bem planas, por exemplo, quase nada se acentua, mas em áreas com relevo mais rigoroso, cada glaciação acentua mais esse relevo.
Somente a partir da glaciação Riss (até agora penúltima), os efeitos do clima frio e das mudanças do nível do mar tornaram-se mais evidentes, inclusive nas áreas intertropicais.
Assim, no Brasil, por exemplo, as flutuações climáticas do início do Pleistoceno quase não eram sentidas. Apenas a partir da glaciação Riss começam as evidentes diferenças entre climas mais ou menos secos.
Assim, no Brasil, por exemplo, as flutuações climáticas do início do Pleistoceno quase não eram sentidas. Apenas a partir da glaciação Riss começam as evidentes diferenças entre climas mais ou menos secos.
FONTE: http://www.brasilescola.com/geografia/o-homem-prehistorico-meio-ambiente.htm
terça-feira, 5 de março de 2013
A origem da vida e a história do mundo
Vídeo introdutório aos estudos de história, fazendo um apanhando dos mais relevantes fatos históricos.
sexta-feira, 1 de março de 2013
O Meu Guri
Música de Chico Buarque
Quando, seu moço
Nasceu meu rebento
Não era o momento
Dele rebentar
Já foi nascendo
Com cara de fome
E eu não tinha nem nome
Prá lhe dar
Como fui levando
Não sei lhe explicar
Fui assim levando
Ele a me levar
E na sua meninice
Ele um dia me disse
Que chegava lá
Olha aí! Olha aí!
Nasceu meu rebento
Não era o momento
Dele rebentar
Já foi nascendo
Com cara de fome
E eu não tinha nem nome
Prá lhe dar
Como fui levando
Não sei lhe explicar
Fui assim levando
Ele a me levar
E na sua meninice
Ele um dia me disse
Que chegava lá
Olha aí! Olha aí!
Olha aí!
Ai o meu guri, olha aí!
Olha aí!
É o meu guri e ele chega!
Ai o meu guri, olha aí!
Olha aí!
É o meu guri e ele chega!
Chega suado
E veloz do batente
Traz sempre um presente
Prá me encabular
Tanta corrente de ouro
Seu moço!
Que haja pescoço
Prá enfiar
Me trouxe uma bolsa
Já com tudo dentro
Chave, caderneta
Terço e patuá
Um lenço e uma penca
De documentos
Prá finalmente
Eu me identificar
Olha aí!
E veloz do batente
Traz sempre um presente
Prá me encabular
Tanta corrente de ouro
Seu moço!
Que haja pescoço
Prá enfiar
Me trouxe uma bolsa
Já com tudo dentro
Chave, caderneta
Terço e patuá
Um lenço e uma penca
De documentos
Prá finalmente
Eu me identificar
Olha aí!
Olha aí!
Ai o meu guri, olha aí!
Olha aí!
É o meu guri e ele chega!
Ai o meu guri, olha aí!
Olha aí!
É o meu guri e ele chega!
Chega no morro
Com carregamento
Pulseira, cimento
Relógio, pneu, gravador
Rezo até ele chegar
Cá no alto
Essa onda de assaltos
Tá um horror
Eu consolo ele
Ele me consola
Boto ele no colo
Prá ele me ninar
De repente acordo
Olho pro lado
E o danado já foi trabalhar
Olha aí!
Com carregamento
Pulseira, cimento
Relógio, pneu, gravador
Rezo até ele chegar
Cá no alto
Essa onda de assaltos
Tá um horror
Eu consolo ele
Ele me consola
Boto ele no colo
Prá ele me ninar
De repente acordo
Olho pro lado
E o danado já foi trabalhar
Olha aí!
Olha aí!
Ai o meu guri, olha aí!
Olha aí!
É o meu guri e ele chega!
Ai o meu guri, olha aí!
Olha aí!
É o meu guri e ele chega!
Chega estampado
Manchete, retrato
Com venda nos olhos
Legenda e as iniciais
Eu não entendo essa gente
Seu moço!
Fazendo alvoroço demais
O guri no mato
Acho que tá rindo
Acho que tá lindo
De papo pro ar
Desde o começo eu não disse
Seu moço!
Ele disse que chegava lá
Olha aí! Olha aí!
Manchete, retrato
Com venda nos olhos
Legenda e as iniciais
Eu não entendo essa gente
Seu moço!
Fazendo alvoroço demais
O guri no mato
Acho que tá rindo
Acho que tá lindo
De papo pro ar
Desde o começo eu não disse
Seu moço!
Ele disse que chegava lá
Olha aí! Olha aí!
Olha aí!
Ai o meu guri, olha aí
Olha aí!
E o meu guri!...(3x)
Ai o meu guri, olha aí
Olha aí!
E o meu guri!...(3x)
O épico da Disney: O Aprendiz de Feiticeiro
1940 e a Disney já mandava bem. Walt Disney é um cara realmente acima de seu tempo. Na animação, imagem e sinfonia formam a combinação perfeita aos olhos, ouvidos e demais sentidos de quem a assiste.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Plesiadapis - Nosso mais antigo ancestral
Página (em inglês) bastante interessante e detalhada sobre oa ssunto: http://www.odec.ca/projects/2011/yuyuya/page5.html
Abaixo, uma imagem bastante interessante acerca da Evolução Humana. Cole-a na Barra do Navegador para vê-la maior.
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